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Fonte de Bambu em Jardim Zen

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Fonte de Bambu em Jardim Zen

Senta-te debaixo do alpendre de uma herdade alentejana depois de uma tarde de aguaceiro. A chuva parou mas os beirais ainda pingam, e cada gota cai em vasos de barro, em pedras achatadas, em poças rasas no chão de terra.


O som muda a cada segundo - mais fino aqui, mais grave ali - como uma partitura improvisada pelo próprio telhado. O calor do dia ainda sobe da terra vermelha.


Galinhas abrigadas sob um arbusto próximo mexem-se sonolentamente. O cheiro a terra molhada e ervas aromáticas envolve tudo.


Não há urgência, não há movimento. Só as goteiras e o silêncio do Alentejo que se reinstala devagar. Sons ideais para a diáspora portuguesa no norte da Europa que quer adormecer ao som da terra natal. Se estas 8 horas de água a correr em bambu e pedra te ajudaram a adormecer, uma avaliação de cinco estrelas no Spotify ajuda outros ouvintes a encontrá-las.

Senta-te debaixo do alpendre de uma herdade alentejana depois de uma tarde de aguaceiro. A chuva parou mas os beirais ainda pingam, e cada gota cai em vasos de barro, em pedras achatadas, em poças rasas no chão de terra.


O som muda a cada segundo - mais fino aqui, mais grave ali - como uma partitura improvisada pelo próprio telhado. O calor do dia ainda sobe da terra vermelha.


Galinhas abrigadas sob um arbusto próximo mexem-se sonolentamente. O cheiro a terra molhada e ervas aromáticas envolve tudo.


Não há urgência, não há movimento. Só as goteiras e o silêncio do Alentejo que se reinstala devagar. Sons ideais para a diáspora portuguesa no norte da Europa que quer adormecer ao som da terra natal. Se estas 8 horas de água a correr em bambu e pedra te ajudaram a adormecer, uma avaliação de cinco estrelas no Spotify ajuda outros ouvintes a encontrá-las.

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Original: $15.00

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Fonte de Bambu em Jardim Zen

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Description

Senta-te debaixo do alpendre de uma herdade alentejana depois de uma tarde de aguaceiro. A chuva parou mas os beirais ainda pingam, e cada gota cai em vasos de barro, em pedras achatadas, em poças rasas no chão de terra.


O som muda a cada segundo - mais fino aqui, mais grave ali - como uma partitura improvisada pelo próprio telhado. O calor do dia ainda sobe da terra vermelha.


Galinhas abrigadas sob um arbusto próximo mexem-se sonolentamente. O cheiro a terra molhada e ervas aromáticas envolve tudo.


Não há urgência, não há movimento. Só as goteiras e o silêncio do Alentejo que se reinstala devagar. Sons ideais para a diáspora portuguesa no norte da Europa que quer adormecer ao som da terra natal. Se estas 8 horas de água a correr em bambu e pedra te ajudaram a adormecer, uma avaliação de cinco estrelas no Spotify ajuda outros ouvintes a encontrá-las.