
Chuva numa Estufa em Sintra
Senta-te dentro de uma antiga estufa de vidro na Quinta da Regaleira em Sintra numa noite de chuva lenta. A chuva bate nos milhares de painas de vidro em infinitos pontos pequenos. Folhas de plantas tropicais escorrem em ritmo irregular.
O chao de pedra retem o ar humido e quente. Sem vozes, sem musica, apenas chuva no vidro e a lenta respiracao do verde interior. Uma unica gota corre ao longo de uma nervura de folha e cai num canteiro de musgo.
O vidro antigo range baixinho numa junta de ferro quando o vento muda de direccao. Fetos gigantes inclinam-se um pouco com o peso da agua acumulada. O cheiro da terra molhada, folhas quebradas e pedra sobe no ar morno.
Para alem do vidro, a floresta de Sintra dorme na neblina, e o seu murmurio chega abafado atraves das paredes transparentes. Perfeito para amantes de Sintra, sonhadores de jardins tropicais, e ouvintes que procuram chuva suave em vidro para toda a noite. Oito horas ininterruptas atravessam a noite. Luzes apagadas, carrega em play.
Senta-te dentro de uma antiga estufa de vidro na Quinta da Regaleira em Sintra numa noite de chuva lenta. A chuva bate nos milhares de painas de vidro em infinitos pontos pequenos. Folhas de plantas tropicais escorrem em ritmo irregular.
O chao de pedra retem o ar humido e quente. Sem vozes, sem musica, apenas chuva no vidro e a lenta respiracao do verde interior. Uma unica gota corre ao longo de uma nervura de folha e cai num canteiro de musgo.
O vidro antigo range baixinho numa junta de ferro quando o vento muda de direccao. Fetos gigantes inclinam-se um pouco com o peso da agua acumulada. O cheiro da terra molhada, folhas quebradas e pedra sobe no ar morno.
Para alem do vidro, a floresta de Sintra dorme na neblina, e o seu murmurio chega abafado atraves das paredes transparentes. Perfeito para amantes de Sintra, sonhadores de jardins tropicais, e ouvintes que procuram chuva suave em vidro para toda a noite. Oito horas ininterruptas atravessam a noite. Luzes apagadas, carrega em play.
Description
Senta-te dentro de uma antiga estufa de vidro na Quinta da Regaleira em Sintra numa noite de chuva lenta. A chuva bate nos milhares de painas de vidro em infinitos pontos pequenos. Folhas de plantas tropicais escorrem em ritmo irregular.
O chao de pedra retem o ar humido e quente. Sem vozes, sem musica, apenas chuva no vidro e a lenta respiracao do verde interior. Uma unica gota corre ao longo de uma nervura de folha e cai num canteiro de musgo.
O vidro antigo range baixinho numa junta de ferro quando o vento muda de direccao. Fetos gigantes inclinam-se um pouco com o peso da agua acumulada. O cheiro da terra molhada, folhas quebradas e pedra sobe no ar morno.
Para alem do vidro, a floresta de Sintra dorme na neblina, e o seu murmurio chega abafado atraves das paredes transparentes. Perfeito para amantes de Sintra, sonhadores de jardins tropicais, e ouvintes que procuram chuva suave em vidro para toda a noite. Oito horas ininterruptas atravessam a noite. Luzes apagadas, carrega em play.











